Cultura do Consumo, Sociedade e Tendências

Dromocracia e consumo: velocidade e vertigem em uma sociedade impaciente

A história do desenvolvimento da cultura humana é a história dos processos de aceleração tecnológica que permitiram o avanço veloz das sociedades, desde o nomadismo paleolítico até a transnacionalidade do presente. Vivemos, assim podemos afirmar, a consolidação da dromocracia. Embora, por ausência de espaço, não seja o propósito deste texto maior aprofundamento desse tema, cabe aqui uma pequena definição: dromocracia é o fenômeno que descreve o momento em que vive nossa sociedade, intoxicada pelo uso excessivo e dependente das tecnologias digitais. A palavra deriva do termo grego Dromos, que significa rapidez.

Até que o império vetorial da velocidade se converta efetivamente em dromocracia estendida, um estirão temporal de longa duração terá, portanto, se processado. Em cumprimento à essência de seu conteúdo, a dromocracia só se evidencia em condições avançadas de desenvolvimento tecnológico e social. Sua consolidação como regime propriamente dito ou, melhor (à falta de sinonímia mais apropriada), como “sistema” global configura, pois, matéria recente. (TRIVINHO, 2005, p.70).

O conceito surge na obra Velocidade e Política (1977), de Paul Virilio, gestada a partir de reflexões feitas em obra anterior e que, como aponta Laymert Garcia dos Santos no prefácio à edição brasileira do livro (1996, p. 10), “é uma introdução à lógica da corrida, à lógica que toma como referência absoluta, como equivalente geral, não mais a riqueza e sim a velocidade”.

O conceito é aplicado também à área da geologia, ao debate sobre as mudanças climáticas e à crise ambiental que atinge o planeta sob o nome de A Grande Aceleração, conforme proposto por Will Stephen, segundo nos informa Santaella (2015). Nessa perspectiva, o conceito de Aceleração refere-se ao Antropoceno, período geológico em que a presença humana é o fator principal de alteração das condições ambientais, principalmente após a Segunda Guerra Mundial, conforme anunciaram Paul Z. Crutzen (Nobel de Química em 1995) e Eugene F. Stoemer no ano 2000. Embora a Dromocracia tenha relação com a dependência das tecnologias digitais, a ideia de que vivemos em ritmo veloz (e acelerando) abarca todos os aspectos da vida cotidiana. Mas voltemos a Virilio. Para esse autor, as transformações produzidas pela revolução digital e a globalização conduziram a um “encolhimento” do mundo, que aproximou lugares e pessoas. Com isso verifica-se a imposição de uma teoria da economia política da velocidade composta pelas sociedades atuais, integradas em tempo real.

Pois, no momento em que, se é ameaçado por uma cibernética social, pelas telecomunicações, pela internet e pela automatização da interatividade, é necessário que haja uma economia política da velocidade como há uma economia política da riqueza e da acumulação. (AMANCIO, 2006, p. 72).

Em outras palavras, a velocidade se transformou em um modo de vida dependente das tecnologias digitais promovendo uma avassaladora redução das distâncias a ponto de, literalmente, reduzir as dimensões do planeta.  Nessa perspectiva, a digitalização se converteu em um vetor de aceleração hegemônico na sociedade contemporânea.

Tempo é dinheiro

Para atender aos padrões de consumo próprios dos tempos contemporâneos, os sujeitos ficam obrigados a estar up-to-date com as inovações e atualizações tecnológicas e a se manterem flexíveis de modo a atender às múltiplas demandas do dia a dia. A sensação de falta de tempo, assim, é uma constante uma vez que o tempo fica espremido em diversas atividades e passa a ser “monetizado, comprimido e manipulado pois é marcado pela urgência, levando a complexas e difusas organizações de temporalidade”. (PADILHA; JORGE apud ADERALDO et al, 2020). Dessa forma, há uma aceleração dos ritmos da vida de modo a acompanhar as acelerações tecnológica e social. Isso, naturalmente, produz impactos na maneira como se consome.

O discurso imediatista hedonista introjetado nos indivíduos não permite adiamentos; é no hoje que se garante uma ideia de futuro, em um viés progressista e descontextualizado do passado. O descompasso entre o que é veiculado socialmente e as experiências humanas vai sendo preenchido por promessas do que ainda está por vir, e igualmente pelo consumo, e subjetividades são fragilmente constituídas como meras colagens de fragmentos carentes de reconhecimento social. Em vista disso, faz-se necessária uma discussão que possa repensar o discurso que promove o consumo desenfreado e descontextualizado, e isso pode ser feito por meio de um referencial que atue na desconstrução e desnaturalização das estratégias de vieses positivistas e funcionalistas. (ADERALDO et al, 2020, p. 366).

Se a velocidade comprime o tempo, que passa a ser tempo real em todo o espaço planetário, ela expande exponencialmente o desejo de consumo: o desejo de consumir, de ter, o mais rapidamente possível é consequência direta da velocidade dos tempos que vivemos. Com ela vem os apelos ao consumo, para além de conspícuo, em alta velocidade e imediatista: “só até sábado”, “fique à frente do seu tempo”, “compre já”, “promoção relâmpago”, “não perca tempo”, “não perca esta oportunidade” etc. Somos uma sociedade da gratificação imediata e do feedback imediato. Que traz junto a angústia, a ansiedade, a frustração, a ira e a impaciência. O fenômeno pode ser identificado em várias situações cotidianas: um pedestre que se irrita porque aquele que caminha à sua frente anda mais devagar, idem os condutores que se impacientam com o trânsito lento à sua frente e, não raro, disparando o que se chamou de “a fúria da lentidão”. Nas palavras de Oliveira,

“A verdade é que na sociedade em que vivemos – e muito por culpa da tecnologia, mas não só – tudo o que é lento nos irrita e a paciência deixou de ser uma virtude para se transformar num anacronismo e aquilo que não nos oferece uma gratificação instantânea passa a ser considerado como um enorme aborrecimento ou ainda pior”. (OLIVEIRA, 2023, doc. digital).

Essa impaciência é mais visível na chamada Geração Z, aquela dos nativos digitais que nasceram e cresceram já sob o império da internet e das tecnologias digitais, mas, como nos lembra Oliveira (2023), “[…] nenhum de nós está livre de pertencer ao clube dos impacientes”.  Nos tempos atuais em que as recompensas imediatas são um ativo também econômico, este acaba por se materializar em produto de consumo: é possível comprar a aceleração e a velocidade, bastando para isso aderir ao modelo mais recente de gadget eletrônico, seja ele um smartphone, um tablet ou um tabletop e seus milhares de aplicativos.  O principal apelo publicitário direcionado a esse público-alvo é, obviamente, o medo: medo de ficar sem conexão com a internet, o medo de perder uma chamada ou mensagem pelo whatsapp, ou o medo de não receber notificações em redes sociais como Instagram, Facebook ou o X (ex-Twitter).

Esta necessidade de gratificação instantânea que, mais uma vez, está muito relacionada com os avanços na tecnologia, está a minar de forma acelerada os níveis de paciência dos indivíduos. A gratificação instantânea é a necessidade de se sentir satisfação sem qualquer tipo de adiamento ou de espera, sendo que esperar, na sociedade do imediatismo, pode ser uma tarefa árdua e quando as pessoas não têm o que querem no momento, a sua reação psicológica é a ansiedade. (OLIVEIRA, 2023, doc. digital).

Fica assim consignado que o cidadão, reduzido ao papel de consumidor, em função do papel agora desempenhado pelas comunicações, pelas tecnologias digitais, pelas Estruturas de Informação e Comunicação (EIC) das quais a internet é, talvez, a mais importante e que cumpre o objetivo de induzir ao consumo por estarem a reboque de interesses econômicos.

Virilio (1996) nos diz que a mobilidade individual (que ele chama de “automobilidade”), deixará de ser necessária, tal a proximidade do mundo. Para a aceleração do consumo, isso é vital. Tomemos como exemplo o comércio eletrônico e o varejo omnichannel. No âmbito do que se pode chamar de “civilização midiática em tempo real” o uso do comércio eletrônico via internet torna-se estratégico para empresas, permitindo que estas se comuniquem e transacionem com seus clientes a qualquer tempo, de qualquer lugar. Como nos diz Campos,

Os fabricantes e varejistas estão encurtando sua cadeia de distribuição, induzindo a um consumo quase instantâneo. Nas últimas décadas, o varejo passou por várias transformações: depois da popularização da internet, muitas mudanças ocorreram, como o crescimento dos canais virtuais e a mudança de papel das lojas físicas, e o consumidor passou a ter vários pontos de contato com o varejista. (CAMPOS, 2023, doc. digital).

Essa estratégia é determinante para um fabricante de bens de consumo simplificar seu canal de vendas, e vender quase que diretamente para o cliente final, o que altera sobremaneira o relacionamento do fabricante com as redes de varejo e do consumidor com a marca. Mas isso impõe que todos os agentes que se conectam nesta era da velocidade, desenvolvam habilidades no trato com as interfaces digitais, ou seja, a dromoaptidão. A autora prossegue: “A dromoaptidão pode ser encarada por vários ângulos: individual, grupal, empresarial. Sua significação compreende não somente a manutenção das taxas de velocidade conquistadas, mas também a otimização delas”. (CAMPOS, 2023, doc.digital). 

A necessidade de gratificação e recompensa imediatas leva os grandes produtores a promover uma disputa nesse mercado cujo objetivo final é a maximização dos seus lucros: sabedores da impaciência do consumidor para fazer download de filmes ou ter que esperar que passe um comercial na TV para poder desfrutá-lo, gigantes do streaming como Amazon Prime Video, Netflix e outros acumulam a cada dia mais assinantes. No varejo online a disputa é feroz com cada operador travando uma guerra logística para assegurar a entrega das encomendas no próprio dia e assim assegurar a retenção dos consumidores cada dia mais impacientes.

No caso da publicidade, no tempo em que vivemos é determinante compreendermos que esta, como vetor dromocrático, impõe a velocidade de informação correndo pari passu com a velocidade de decisão (de compra). Como aponta Finotti Fº

A comunicação caminhou pelo mesmo viés dromológico, em ter como suporte as palavras de ordem dentro das chamadas publicitárias. A redenção estaria em comunicar rapidamente, ter as respostas mais rápidas e as decisões imediatas, ao contrário de épocas passadas, quando o importante era mostrar as qualidades do que se vendia. Se a mídia detém o poder de passar ideias porque não o de escravizar. (FINOTTI SILVA, 2014, p. 101).

Dromoinaptidão e Consumoinaptidão

A ausência da chamada dromoaptidão, isto é, da habilidade tecnicamente treinada, refere-se ao capital simbólico necessário para a manifestação individual, grupal, empresarial porventura inexistente em uma sociedade em rede. Nas palavras de Trivinho,

A capacidade de ser veloz abrange a competência econômica orientada para a posse privada plena (isto é, a partir do domo) das senhas infotécnicas de acesso à época (objeto infotecnológico e rede digital à frente), a competência cognitiva e pragmática no trato da sociossemiose plena da interatividade (isto é, o domínio das linguagens informáticas sempre em mutação); e a capacidade (econômica e cognitiva) de acompanhamento da lógica da reciclagem estrutural daquelas senhas (vale dizer, do movimento progressivo de otimização da mais-potência de hardwares, softwares e demais fatores informáticos, que compromete o que é anterior em nome do que vem depois, ideologicamente valorado como sendo melhor). (TRIVINHO, 2005, p. 72).

Como nos apresenta Finotti Silva (2014), “ (a velocidade) sendo colocada à frente de todos, praticamente se transformou na commodity da vida social e trouxe junto a violência, disseminada em todas as camadas sociais”.

Temos assim que dromocracia é o império, não apenas o governo, já que nos governa de maneira absolutista, da velocidade. E como todo regime imperial, se assenta sobre uma dinâmica social de classes que se dividem estratificadamente entre dromodominadores e dromodominados ou dromoaptos e dromoinaptos em que os primeiros se impõem sobre os segundos que passam a ser uma espécie de proletários da cibercultura.

A cibercultura está intrinsicamente ligada aos processos da sociedade, o espelho da nossa época, marcado pela violência. Coloca-se em seu lugar o par de opostos “novo-obsoleto”. Tal perversão transformada em crença justifica o descarte imediato de pessoas e coisas, restringindo sua vida útil a um período breve, após o qual atingem sua obsolescência. Tudo que não é novo tende a ser obsoleto e, portanto, destina-se ao descarte. Cria-se não apenas a crença na juventude e na novidade como categorias imutáveis, mas suas consequências práticas, ou seja, a diversidade de pessoas e objetos em diferentes estágios e graus é eliminada. (FINOTTI SILVA, 2014, p. 36-37).

Ou seja, a aptidão para a velocidade passou a ser requisito fundamental para a sobrevivência no atual estágio da sociedade a que chamamos de Civilização Mediática.

a elite cibercultural, depositários da nova elitização da técnica; o conjunto minimalista daqueles a quem a história atribui os privilégios do momento – a rede, o real virtualizado o ultranovo. […] uma massa de segregados, sobre cujos a história projeta […] a miséria informática: falta de domínio do capital cognitivo necessário à inclusão na Cibercultura […], restando aos novos miseráveis, o território geográfico, o real convencional. (TRIVINHO, 2007, p.108).

Se é verdade que o desenvolvimento tecnológico proporcionou novas maneiras de acesso, troca e compartilhamento de informações em rede, como já visto anteriormente, é verdadeiro também que o império da velocidade, a dromocracia, contribui sobremaneira para o alijamento de parte significativa da sociedade, relegada em grande medida à materialidade da vida analógica, da possibilidade de ter e de ser nessa nova estrutura social que se impõe, configurando-se como violência invisível.

Sabemos que o consumo, conforme explica Douglas (2004), opera como um marcador que estabelece a hierarquização do social. Essa autora sustenta a ideia de que os bens cuja posse implica em riqueza não são imprescindíveis por si só, mas funcionam como signos que determinam as relações sociais: “A pobreza é culturalmente definida, não por um inventário de objetos, mas por um padrão de exclusões, geralmente bastante sistemáticas” (DOUGLAS, 2007, p. 19).

No âmbito da sociedade dromocrática esse fato fica claramente demonstrado, apontando a maneira pela qual a ausência de dromoaptidão impede o exercício pleno da cidadania. Segundo informa artigo publicado no portal Telecom em março de 2022,

Análise recente da União Internacional de Telecomunicações (UIT) constatou que os pacotes de internet fixa ficaram menos acessíveis no mundo em 2021, incluindo o Brasil. As pessoas tiveram que dispor de uma parcela maior de sua renda para pagar pelo mesmo serviço. O levantamento, divulgado pela Teletime, mostra que os preços relativos da banda larga fixa no ano passado representaram em média 3,5% da renda nacional bruta per capita (GNI) em 180 países – ou acima dos 2,9% registrados em 2020. “No Brasil, os dados de 2021 indicam que a Internet fixa exigiu 3,49% da renda nacional bruta per capita – em 2020, o indicador apontava para 2,51%, o que já representava um aumento em comparação com o ano anterior” (TELECOM, 2022, doc. digital).

Assim, fica o social dividido entre duas castas, a da elite cibercultural dromoapta, que opera quase inteiramente no filão virtual do tempo real encastelada no topo da hierarquia social e a dos dromoinaptos, uma espécie de proletariado sistêmico reduzido ao solo dos espaços urbanos, convertido em mero lugar de passagem. (TRIVINHO, 2005).

A esse neodarwinismo hiperdinâmico da cibercultura corrresponde, em âmbito global, o behaviorismo calcado na (apropriação social da) interatividade que, por definição e condição de contexto (sobretudo em razão da lógica da reciclagem estrutural), não pode ser estendido a todos. (TRIVINHO, 2005, p. 72).

Considerações finais

Buscamos neste trabalho estabelecer uma relação entre a dromocracia cibercultural, hegemônica na época em que vivemos e as relações de consumo. Como a primeira impacta a segunda? A velocidade, nova constituição do capital, agora não mais medido apenas em valor monetário, mas em terabites, passa a definir o valor de troca das mercadorias, impondo necessariamente um novo – e violento – ordenamento social, não mais entre classes econômicas, mas entre dromoaptos e dromoinaptos. Essa violência, nos diz Trivinho,

É uma violência sutil, estruturalmente materializada e processualmente objetivada na dinâmica tecnológica, autônoma e impessoal do social. Conforme assentado em outro lugar (Trivinho, 2001a, pp. 219-220), a segunda metade do século XX, em especial, as últimas três décadas, tornou-se – só em aparência paradoxalmente – não o locus histórico da democracia, mas o de uma dromocracia implacável, tomada como algo tanto mais inócuo quanto mais se a considere parte inelidível da ordem natural das coisas.25 Em tintas enfáticas, se velocidade é, necessariamente, violência (cf. Virilio, 1977, 1984a, 1984c; Trivinho, 2001a, pp. 209-227, 2001b, 2002, 2003a, 2004), a dromocracia cibercultural, como não poderia deixar de ser, é, em essência, terror (Trivinho, 2002, 2003a) – aqui já não tanto pelos nexos imanentes entre velocidade e processo bélico ou em razão de a velocidade implicar-se na espiral da morte simbólica (da geografia, do corpo, da alteridade concreta etc.). (TRIVINHO, 2005, p. 73).

Para o consumo, as possibilidades trazidas pelo rápido avanço tecnológico – como o e-commerce e sua busca por imediatismo logístico – contribuem para aplacar a impaciência dos consumidores, por um lado, e a aumentá-la, por outro, quando não atingem a velocidade idealizada. Nesse sentido estabelece-se uma desigualdade entre dromoaptos e inaptos: aos primeiros é facultado um processo muito mais veloz no ritual de busca, de decisão e de posse (McCRACKEN, 2007), restando aos segundos a lentidão do vetor metabólico, frustrante porque produtora de ansiedade e impaciência.

Referências

ADERALDO, Carlos Victor et al. Aceleração, tempo social e cultura do consumo: notas sobre as (im)possibilidades no campo das experiências humanas. In: Cad. EBAPE.BR, v. 18, nº 2, Rio de Janeiro, Abr./Jun. 2020.

AMÂNCIO, Verceles. Velocidade e Política de Paul Virílio. In: Em Debat: Rev. Dig., Florianópolis, n. 2, p.71-89, 2006.

BRANDINI ,   Valéria .  O   Consumo   Como   Inclusão   /   Exclusão   Social :   A  Di -mensão Política Da Circulação De Bens No Brasil. In: Anais do II Seminário Internacional de Integração Étnico-Racial e as Metas do Milênio. Guarulhos: ENIAC, 2015.

CAMPOS, Esther.  Consumo na era da velocidade: a relação entre a dromocracia cibercultural e o varejo Omnichannel. in: https://www.linkedin.com/pulse/consumo-na-era-da-velocidade-rela%C3%A7%C3%A3o-entre-e-o-varejo-esther-campos/?originalSubdomain=pt. > Acesso em: 1/12/2023.

DOUGLAS,  Mary;   ISHERWOOD,   Baron.   O mundo   dos   bens:   Para   uma   antropologia   do consumo. Rio de Janeiro: Editora UFRJ. 2004.

DOUGLAS. Mary.  O mundo dos bens: 20 anos depois. Porto Alegre: Horizontes Antropológicos, ano 13, n. 28, p. 17-32, jul./dez. 2007.

FINOTTI SILVA. Dromologia, dromocracia no contexto da civilização cibercultural: a velocidade como imperativo da vida social. (Dissertação de Mestrado). São Paulo: UNIP, 2014.

McCRACKEN, Grant. Cultura e consumo: uma explicação teórica da estrutura e do movimento do significado cultural dos bens de consumo. In: RAE – Revista de Administração de Empresas, v. 47, nº 1, Jan-Mar,  p. 99-115. São Paulo: FGV, 2007.

OLIVEIRA, Helena. A Sociedade dos Impacientes. In: Valores, Ética e Responsabilidade. Disponível em: https://ver.pt/a-sociedade-dos-impacientes/. Acesso em: 4/12/2023.

SANTAELLA, Lucia. A Grande Aceleração & O Campo Comunicacional. In: Intexto, Porto Alegre, UFRGS, n. 34, p. 46-59, set./dez. 2015.

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TRIVINHO, Eugênio R. Introdução à Dromocracia Cibercultural. In: Revista FAMECOS, Porto Alegre, nº 28, dezembro 2005.

TRIVINHO, Eugênio R. A Dromocracia Cibercultural: lógica da vida humana na civilização mediática avançada. São Paulo: Paulus, 2007.

VIRILIO, Paul. Velocidade e Política. São Paulo: Estação Liberdade, 1996.

do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – LABÔ.

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Sobre o autor

Paulo Sabino

Publicitário, brander e professor universitário. Graduado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela FAAP. Especialista em marketing político-eleitoral (USP) e Comunicação e Cultura (PUCSP). Mestre e Doutor em Comunicação e Semiótica (PUCSP). Pesquisador do grupo Cultura do Consumo, Sociedade e Tendências do do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – LABÔ.