Em “A arte do ícone”, Evdokimov apresenta uma das principais formas de se entender no Ocidente: o que é um ícone na visão cristã e na espiritualidade oriental.
A palavra é Imagem: Arte Sacra Contemporânea
O grupo tem como objetivo geral fundamentar uma nova percepção de beleza artística, dentro dos limites de uma metodologia histórica. Visa também desenvolver uma distinção conceitual entre a função moral da arte sagrada e a função meramente estética da arte após o Renascimento – e exercitar a sensibilidade de um olhar peculiar para restaurar a unidade entre esses dois polos que ajudará na identificação do que habitualmente conhecemos como “obras-primas”.
Coordenação:
Wilma Steagall De Tommaso
Doutora em Ciências da Religião pela PUC-SP, Profª. do Museu de Arte Sacra de São Paulo, Membro Pesquisadora da Sociedade Brasileira de Teologia e Ciências da Religião (SOTER). Membro Pesquisadora da Associação Latino Americana de Literatura e Teologia (ALALITE).
Diego Willian dos Santos
Mestre em Teologia pela PUC-SP. Pós-graduado em Processos Formativos em Seminários e casas de Formação. Bacharel em Teologia pela Faculdade Dehoniana. Licenciado em Filosofia pela Universidade de Sorocaba. Coordenador do grupo Arte Sacra Contemporânea: Religião e História, do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – LABÔ.
Publicações deste grupo:
Há documentos que chegam na hora certa e outros que chegam demasiado tarde. A encíclica Magnifica Humanitas, publicada pelo Papa Leão XIV pertence, felizmente, à primeira categoria.
A liturgia da Páscoa traz marcas de ter sido, antes de tudo, uma liturgia batismal. A longa série de leituras da vigília pascal nada mais é do que os mais antigos paradigmas do batismo. Mas por que existe essa ligação entre o batismo e a Páscoa?
O Cântico do Frei Sol de São Francisco de Assis (1182-1226) foi gestado durante toda a sua vida através de relações profundas – consigo, com os outros e com o criador – sendo escrito propriamente no ano de 1225, portanto, há 800 anos.

