Por ser modelo de pobreza, silêncio e castidade, S. José, Patrono da Igreja, além de santo popular, é venerado nas Ordens Religiosas.
A palavra é Imagem: Arte Sacra Contemporânea
O grupo tem como objetivo geral fundamentar uma nova percepção de beleza artística, dentro dos limites de uma metodologia histórica. Visa também desenvolver uma distinção conceitual entre a função moral da arte sagrada e a função meramente estética da arte após o Renascimento – e exercitar a sensibilidade de um olhar peculiar para restaurar a unidade entre esses dois polos que ajudará na identificação do que habitualmente conhecemos como “obras-primas”.
Coordenação:
Wilma Steagall De Tommaso
Doutora em Ciências da Religião pela PUC-SP, Profª. do Museu de Arte Sacra de São Paulo, Membro Pesquisadora da Sociedade Brasileira de Teologia e Ciências da Religião (SOTER). Membro Pesquisadora da Associação Latino Americana de Literatura e Teologia (ALALITE).
Diego Willian dos Santos
Mestre em Teologia pela PUC-SP. Pós-graduado em Processos Formativos em Seminários e casas de Formação. Bacharel em Teologia pela Faculdade Dehoniana. Licenciado em Filosofia pela Universidade de Sorocaba. Coordenador do grupo Arte Sacra Contemporânea: Religião e História, do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – LABÔ.
Publicações deste grupo:
A percepção do belo pede uma educação, pois a beleza não é autêntica senão na sua relação com a verdade.
O nascimento de Jesus aconteceu em uma gruta, na montanha que representa um dos lugares privilegiados das Sagradas Escrituras para as revelações de Deus.
A espiritualidade cristã leva à fé no Cristo crucificado-ressuscitado, convida à comunhão com Ele e aponta o Reino dos Céus como destino final.

