As narrativas da Dormição fazem parte dos escritos apócrifos do Novo Testamento, uma literatura florescente nos primeiros séculos da Igreja.
Arte Sacra Contemporânea: Religião e História
O grupo tem como objetivo geral fundamentar uma nova percepção de beleza artística, dentro dos limites de uma metodologia histórica. Visa também desenvolver uma distinção conceitual entre a função moral da arte sagrada e a função meramente estética da arte após o Renascimento – e exercitar a sensibilidade de um olhar peculiar para restaurar a unidade entre esses dois polos que ajudará na identificação do que habitualmente conhecemos como “obras-primas”.
Coordenação:
Wilma Steagall De Tommaso
Doutora em Ciências da Religião pela PUC-SP, Profª. do Museu de Arte Sacra de São Paulo, Membro Pesquisadora da Sociedade Brasileira de Teologia e Ciências da Religião (SOTER). Membro Pesquisadora da Associação Latino Americana de Literatura e Teologia (ALALITE).
Diego Willian dos Santos
Mestre em Teologia pela PUC-SP. Pós-graduado em Processos Formativos em Seminários e casas de Formação. Bacharel em Teologia pela Faculdade Dehoniana. Licenciado em Filosofia pela Universidade de Sorocaba. Coordenador do grupo Arte Sacra Contemporânea: Religião e História, do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – LABÔ.
Publicações deste grupo:
A representação da Virgem Maria na Anunciação, em obra de Marko Ivan Rupnik para a Capela Beata Maria Ana das Irmãs Hospitaleiras de Madri.
Por ser modelo de pobreza, silêncio e castidade, S. José, Patrono da Igreja, além de santo popular, é venerado nas Ordens Religiosas.
A percepção do belo pede uma educação, pois a beleza não é autêntica senão na sua relação com a verdade.

