Por mais que meu conhecimento em física seja irrisório, vou me arriscar a citar um interessante conceito dentro do seu vasto universo para depois tentar usá-lo como uma metáfora para o modo como a filosofia e as artes têm sido tratadas no mundo...
Hybris
Coluna mensal de Francisco Parente
Bacharel em cinema pela FAAP, mestre e doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e especialista em filosofia pela Universidade Estácio de Sá. Autor e professor universitário. É coordenador do grupo de pesquisa Teoria Crítica e Sociedade do Consumo, do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – LABÔ, onde também realiza estágio de pós-doutorado.
Hybris é conceito grego que pode ser traduzido como um descomedimento devido a uma ação humana imprudente, geralmente de um herói trágico que pagará caro por desafiar os deuses. Este foi o conceito escolhido para nomear esta coluna mensal que visa à provocação. Hybris expressa a essência do agir humano no mundo; atos situados entre a pequenez ontológica e as grandes aspirações existenciais. Estamos neste palco chamado LABÔ, local que insiste em fazer ecoar o canto dos trágicos.FP
Nos últimos anos os temas da pós-verdade e da fake news se tornaram populares no debate público, sobretudo no campo da comunicação política,

