Desde quando cultivamos o hábito de procurar definir um comportamento a partir do uso e da escolha de determinadas palavras?
Behavior
Coluna semanal sobre comportamento político assinada por Fernando Amed.
Coordenador do grupo de pesquisa sobre Comportamento Político do LABÔ, Amed é Doutor em História Social pela USP e professor da Faculdade de Comunicação da Faap e do curso de Artes Visuais da Belas Artes de São Paulo.
Toda pandemia, terremoto, erupção de vulcão, ou qualquer acidente assemelhado sempre será um ativo político a ser disputado.
Vamos falar da preguiça, a versão gourmet da acídia, que em absoluto guarda qualquer proximidade com o desejo de ficar embaixo das cobertas em um dia chuvoso.
Documentários recentes como O Dilema das Redes, Privacidade Hackeada ou Coded Bias abordam nossa relação nem sempre segura com as redes sociais.
O que pode vir a mobilizar e promover a aderência de um número tão grande de pessoas que se postam do lado das causas humanistas, a se crer nas manifestações nas redes sociais.
As discussões políticas, que hoje se parecem mais com contendas, valem-se de argumentos ditos superiores, uma vez que recuperam, de modo explícito, uma tradição iluminista bebida no cristianismo.

