A participação política pode vir do ressentimento ou da ira, mas é também uma manifestação condicionada pela intensidade do estímulo coletivo.
Behavior
Coluna semanal sobre comportamento político assinada por Fernando Amed.
Coordenador do grupo de pesquisa sobre Comportamento Político do LABÔ, Amed é Doutor em História Social pela USP e professor da Faculdade de Comunicação da Faap e do curso de Artes Visuais da Belas Artes de São Paulo.
A participação política pode vir do ressentimento ou da ira, mas é também uma manifestação condicionada pela intensidade do estímulo coletivo.
O pesquisador Peter Mair examinou a resiliência dos significados de Esquerda e Direita no uso político, em relação aos eleitores, partidos e lideranças.
Pesquisa realizada nos EUA em 2016 mostra que eleitores independentes (nem Democratas, nem Republicanos) são maioria mas não são tão neutros como até então se supunha.
Gênero, idade, religião, nível de ensino, etnia... Seria possível prever a orientação política de uma pessoa pela combinação desses aspectos?
No século XXI, o fazer político é o mesmo de sempre. Mas as formas de divulgação e de ocupação de espaço com vistas à obtenção de atenção se modificaram.

