Pesquisa realizada nos EUA em 2016 mostra que eleitores independentes (nem Democratas, nem Republicanos) são maioria mas não são tão neutros como até então se supunha.
Behavior
Coluna semanal sobre comportamento político assinada por Fernando Amed.
Coordenador do grupo de pesquisa sobre Comportamento Político do LABÔ, Amed é Doutor em História Social pela USP e professor da Faculdade de Comunicação da Faap e do curso de Artes Visuais da Belas Artes de São Paulo.
Gênero, idade, religião, nível de ensino, etnia... Seria possível prever a orientação política de uma pessoa pela combinação desses aspectos?
No século XXI, o fazer político é o mesmo de sempre. Mas as formas de divulgação e de ocupação de espaço com vistas à obtenção de atenção se modificaram.
A ansiedade em relação ao futuro, na direção das transformações tecnológicas, culturais ou sociais, faz parte da própria concepção do que vem a ser o moderno.
A falta de imaginação na elaboração de um roteiro é o que presenciamos no filme Não Olhe para Cima (2021), e uma proposta catártica ao contrário.
Aqui no LABÔ, nos grupos de estudo que debatem o tema da política, eu acredito que uma questão seja recorrente: o que faz a política ser um tema atraente?

